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    Redação SC Reporter
    Atenção com o ar-condicionado: entenda riscos para a visão em SC

    17 de set. de 2026, 15:00

    Atenção com o ar-condicionado: entenda riscos para a visão em SC

    O relato da apresentadora Ana Maria Braga sobre dores oculares intensas após o uso de climatizadores reforça alertas médicos sobre o ressecamento causado pelo equipamento no inverno e verão.

    O uso recorrente de aparelhos de ar-condicionado, prática comum em Santa Catarina tanto no verão rigoroso quanto nos dias de aquecimento, pode esconder riscos severos para a saúde ocular. Recentemente, a apresentadora Ana Maria Braga utilizou o espaço do programa 'Mais Você' para relatar um episódio de dor intensa que a despertou durante a madrugada, diagnóstico que culminou em um alerta sobre os cuidados necessários com o ambiente climatizado.

    Especialistas reforçam que o ar-condicionado retira a umidade do local, o que acelera a evaporação da lágrima e favorece quadros de olho seco. Essa condição, se ignorada, pode evoluir para irritações, inflamações na córnea e desconfortos agudos, justamente o que a comunicadora descreveu ao público. A baixa umidade relativa do ar, comum em períodos de estiagem no estado ou pelo uso ininterrupto dos equipamentos, agrava o problema ao impedir a lubrificação natural dos olhos.

    Para o morador catarinense, que frequentemente utiliza o ar-condicionado no trabalho ou em residências, a orientação médica é clara: a manutenção preventiva dos filtros e o uso de umidificadores são medidas essenciais. Além disso, a aplicação de colírios lubrificantes, sob recomendação de um oftalmologista, ajuda a mitigar os efeitos da exposição contínua ao ar frio e seco. Manter uma hidratação adequada durante o dia também contribui para o funcionamento do sistema lacrimal.

    O caso serve como um lembrete prático de que pequenos hábitos no cotidiano podem prevenir emergências oftalmológicas. É fundamental que, ao sentir ardência, sensação de areia nos olhos ou fotofobia — sintomas frequentemente associados ao ressecamento severo —, o paciente procure assistência especializada. Ignorar esses sinais pode resultar em complicações mais sérias que impactam diretamente na qualidade de vida e na rotina diária de trabalho e lazer.