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    Redação SC Reporter
    Cresce a vantagem de Flávio na disputa presidencial segundo levantamento

    13 de out. de 2026, 03:00

    Cresce a vantagem de Flávio na disputa presidencial segundo levantamento

    Pesquisa do instituto Gerp indica oscilação positiva para o senador, que amplia a distância para o presidente Lula no cenário do segundo turno das eleições.

    A corrida pelo comando do Palácio do Planalto apresenta uma nova dinâmica nas intenções de voto. De acordo com o levantamento mais recente realizado pelo instituto Gerp, o senador Flávio consolidou sua posição de liderança, atingindo 53% das intenções de voto frente aos 44% registrados pelo atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. Quando o cálculo é ajustado para os votos válidos — que excluem brancos, nulos e indecisos —, o parlamentar alcança a marca de 55% da preferência do eleitorado.

    O cenário atual reflete uma mudança significativa no termômetro político nacional se comparado ao período imediatamente anterior à votação do primeiro turno. Naquela ocasião, a disputa estava acirrada, com uma diferença de apenas três pontos percentuais entre os dois candidatos. O crescimento de seis pontos na vantagem nominal de Flávio sugere uma transferência eficiente de votos de outros candidatos eliminados e um fortalecimento da base eleitoral da oposição na reta final do pleito.

    O resultado trazido pela pesquisa Gerp intensifica o debate público sobre os rumos do país nos próximos anos. Historicamente, momentos de segundo turno no Brasil são marcados por alta volatilidade, impulsionada tanto pelos debates televisivos quanto pela estratégia de mobilização digital das campanhas. Para os analistas, o desafio dos candidatos agora se concentra em converter esses números em comparecimento às urnas, especialmente em uma conjuntura onde o engajamento do eleitor oscila conforme a região e a percepção econômica.

    Com a divulgação desses dados, a expectativa é de que os comitês aumentem a pressão nas agendas de campanha, focando especialmente em conquistar o eleitorado ainda indeciso ou que optou pela neutralidade no primeiro turno. A mobilização em estados decisivos será, certamente, o fiel da balança para definir quem ocupará a cadeira presidencial no próximo mandato, consolidando ou revertendo a atual tendência demonstrada pelos institutos de opinião pública.