14 de set. de 2026, 11:00
Marcelo Rodrigues integra chapa do Missão ao governo de Santa Catarina
Apresentado como candidato a vice de Marcelo Brigadeiro em 2026, Coronel Rodrigues cita trajetória no Exército e intenção de atuar por mudanças na política.
A escolha do próximo governo de Santa Catarina envolve também quem poderá substituir o governador durante o mandato. É nessa posição que Marcelo Rodrigues, conhecido politicamente como Coronel Rodrigues, aparece na disputa de 2026: segundo informações publicadas pelo NSC Total, ele concorre a vice-governador pelo Partido Missão, na chapa liderada por Marcelo Brigadeiro, da mesma legenda.
O cargo tem uma responsabilidade que vai além da participação na campanha. O vice substitui o titular em seus impedimentos e assume o governo em caso de vacância. Na eleição, os dois nomes compõem uma única chapa: o eleitor não escolhe governador e vice separadamente. Por isso, a avaliação da candidatura também passa pela experiência e pelas posições de quem integra a dupla.
Em entrevista ao NSC Total, Rodrigues destacou sua passagem pelo Exército como parte de sua apresentação ao eleitorado. Também manifestou a intenção de promover mudanças na política por meio da participação nas instituições. Esses são os dois eixos identificados no relato disponível sobre a conversa: a trajetória militar e a disposição para ingressar na condução do poder público.
O material consultado, porém, não detalha propostas administrativas, prioridades de investimento ou eventuais atribuições que Rodrigues teria em um governo da chapa. Também não apresenta elementos suficientes para descrever o período de serviço no Exército. Assim, a referência à carreira militar permite identificar um aspecto de seu perfil, mas não avaliar, por si só, um programa de governo.
Em Santa Catarina, essa discussão ocorre em um território com demandas regionais distintas. O Oeste tem forte presença agroindustrial; o Vale do Itajaí e o Norte reúnem importantes polos industriais; e o litoral concentra atividades portuárias, turísticas e de serviços. Infraestrutura, mobilidade, saúde e prevenção de desastres são temas que atravessam essas diferentes realidades e exigem articulação entre Estado e municípios.
Para o eleitor catarinense, o próximo passo na avaliação da chapa é conhecer como a experiência apresentada pelos candidatos se traduz em propostas para essas necessidades. No caso de Rodrigues, o relato da entrevista registra uma motivação política e uma referência profissional. O detalhamento de medidas e compromissos será necessário para que esse perfil possa ser confrontado com os desafios da administração estadual.

