14 de set. de 2026, 14:00
Morte de morador de Campo Alegre mobiliza despedidas e pedidos de justiça
Manoel Pereira Araújo, de 39 anos, trabalhou como vigilante no município do Planalto Norte. Segundo o ND Mais, ele morreu a facadas após uma discussão em Santa Catarina.
A morte de Manoel Pereira Araújo, de 39 anos, levou amigos a publicar mensagens de despedida e pedidos de justiça nas redes sociais. Morador de Campo Alegre, no Planalto Norte catarinense, ele havia trabalhado como vigilante na cidade. A identificação aproxima o caso da comunidade local, onde mantinha vínculos de moradia e trabalho.
Segundo informações publicadas pelo ND Mais, Manoel foi morto a facadas após uma discussão em Santa Catarina. O material disponível, porém, não informa o município onde ocorreu a agressão nem a data do episódio. Por isso, não é possível afirmar que o crime tenha acontecido em Campo Alegre apenas pelo fato de a vítima morar na cidade.
As manifestações de amigos nas redes expressam pesar pela perda e cobram justiça. Essas homenagens ajudam a dimensionar a repercussão da morte entre pessoas próximas, mas não esclarecem as circunstâncias da agressão. Também não há, nas informações fornecidas, relatos detalhados de testemunhas sobre o que antecedeu o ataque.
Campo Alegre integra a região do Planalto Norte e tem ligação histórica com a Estrada Dona Francisca, importante eixo de ocupação e circulação entre o litoral e o interior do norte catarinense. Vizinho de São Bento do Sul, o município reúne áreas urbanas e rurais e é conhecido pelas paisagens serranas e pelo turismo de natureza. É nesse contexto local que se situam os vínculos de Manoel mencionados na notícia.
A atuação profissional da vítima é uma das poucas informações biográficas confirmadas na apuração disponível. Manoel trabalhou como vigilante em Campo Alegre, mas não foram informados o empregador, o período em que exerceu a função ou sua ocupação mais recente. Não há indicação de que a morte tenha relação com essa atividade.
Permanecem sem esclarecimento, no material consultado, a motivação da discussão, a identidade de quem teria cometido a agressão e a eventual existência de prisão. Também não foram apresentados dados sobre o andamento da investigação ou informações de velório e sepultamento. A referência a uma discussão anterior ao ataque, isoladamente, não permite estabelecer a dinâmica do crime nem atribuir responsabilidades.

