Toda gestão, seja ela municipal, estadual ou federal, tem interesses eleitorais, mesmo quando não participa do processo no período. É importante saber quem nossos gestores apoiam e apostam nas campanhas eleitorais.

Além disso, todo apoio é bem-vindo, ainda mais quando chega de uma estrutura que conta com políticos com mandatos, seus assessores e indicados para cargos comissionados. São eles a linha de frente de muitas campanhas.

O Informe prospectou, em conversas com algumas pessoas da administração Egidio Ferrari (PL) e candidatos, e conta agora o que ouviu. Diga-se de passagem, não conversamos com o prefeito.

Para o deputado federal, a administração está fechada com João Paulo Kleinübing (PL). A ascensão de Egidio como candidato a prefeito é muito atribuída a ele, assim como diversos dos atuais secretários ocuparam cargos no primeiro escalão de JPK quando ele estava na prefeitura.

Natural. Tão natural que não sobra espaço para a vice-prefeita Maria Regina Soar (Republicanos), para o candidato à reeleição Ismael dos Santos (PL) e os vereadores Egidio Beckhauser (Republicanos), Ailton de Souza, Ito (Podemos) e Cristiane Loureiro (Podemos), todos da base governista na Câmara. Eles terão apoio pontual, mas não da administração.

Já para deputado estadual, o apoio é melhor distribuído. Nas conversas, ouvimos os nomes de Jean Kuhlamnn (Republicanos), Bruno Cunha (Cidadania), dos candidatos à reeleição Ivan Naatz (PL), Marcos da Rosa (PL) e Vicente Caropreso (União), este por conta de um trabalho importante na Vila Itoupava. Napoleão Bernardes (PSD) chegou a ser citado.

O ex-prefeito Mário Hildebrandt (PL) não está na lista, mas tem apoiadores na gestão, que podem não ostentar, mas votarão nele.

É bom ou ruim contar com o apoio da gestão Egidio Ferrari?

Apesar do desgaste por conta dos problemas da cidade, a estrutura faz uma diferença importante. As urnas dirão.