Muitos pusilânimes, diante de um fracasso, dizem: – “Eu não devia ter nascido”? Esse fracasso pode ser meramente um tropeço na calçada. Andamos todos numa calçada, a calçada da vida e, como sabemos, volta e meia temos que dar uma volta e evitar um buraco na calçada… Quem já não fez isso? Tudo na vida é um ponto de vista, num momento pode ser sorte e em outro pode ser azar. Há incontáveis pessoas na história dos grandes vencedores na vida que só chegaram ao sucesso depois de alguns ou de algum formidável tombo, uma infelicidade, um mau negócio, uma derrota, enfim. Ao mesmo tempo, quantos e quantos conhecemos (cuidado, podemos estar nesse barco…) que desistiram de lutar tão pronto levaram um empurrão da vida? Vitórias e derrotas fazem parte do jogo da vida, e dizendo isso lembro da velha história de transformarmos os eventuais “limões” da nossa vida em formidável limonada. A vida nos dá empurrões o tempo todo, na vida familiar, na saúde, no trabalho, nas amizades, em tudo, com todos. É o jogo da vida, faz parte dela. Os grandes campeões sempre passaram antes por inesquecíveis derrotas, mas… Não se abateram ao ponto de conjugar o verbo “desistir”, o verbo dos frouxos, dos afastados das vitórias. Um mau casamento? Um dos dois errou bem mais, um dos cônjuges já era uma desgraça, mas… O encantado, ele ou ela, não quis ver, não quis, eu disse. Sem essa de que fui enganada/o, não foi, fingiu, isso sim, não ver, não querer ver. Erros no trabalho? São, devem ser, formidáveis lições para o aprendizado, para o aperfeiçoamento de que sempre vamos precisar, seja qual for o nosso trabalho. Alguém, agora, está numa UTI, doença que bem podia ter sido evitada com uma oportuna e salvadora vacina, mas… A pessoa se deixou levar pelos ignorantes que vociferam contra as vacinas, esquecendo, desconhecendo, que as vacinas são obras de pesquisas científicas mundiais… Aprender com os erros é típico dos vencedores na vida, mas… Levado um tombo, esse tipo de tombo não pode ser repetido. Aprender com os erros ou com erros alheios leva-nos às vitórias, as nossas vitórias.
POVO
E o povo? O povo que se ferre, é o que eles não dizem, mas pensam e fazem. Já ouvi de tudo sobre o tal banco Master, mas absolutamente nada sobre os correntistas do banco, gente comum do povo que nele colocou seu dinheirinho. Não havia pobres entre os correntistas do banco? Só grandalhões farsantes? Vou ficar esperando pela informação, mas… Já arrumei a cadeira, nesta sociedade em que vivemos os pobres que se danem… Cuidado, gente dos “poderes”, não brinquem com fogo…
BRUXAS
Os americanos inventaram a idiotice, e os povinhos sem escrúpulos o adotaram: o Dia das Bruxas, 31 de outubro. Quem são as bruxas? Ah, foram mulheres maldosas, odiosas e de tudo um pouco, na invenção dos homens religiosos da Idade Média, os que queimavam mulheres em fogueiras em nome do seu “deus”. Virou o Hallowee, dia das bruxas. Que nenhum brasileiro parvo faça essa “festa” por aqui. Ademais, por que também não o dia dos bruxos? Safados.
FALTA DIZER
Na Idade Média, quando os “frajolas” adoeciam culpavam as inventadas possessões demoníacas, já as mulheres faziam chás e muitas vezes curavam os doentes… Ah, pra quê! Os “frajolas” ficavam furiosos com a sabedoria das mulheres e as levavam para a fogueira, eram “bruxas”. Mudou? As mulheres sagazes, inteligentes, são maltratadas até hoje… É hora de acordar, gurias!
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