A terceira fase da Operação Carbono Oculto foi deflagrada nesta quinta-feira (24) e cumpriu mandados de busca e apreensão em Santa Catarina e outros seis estados. A ação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), coordenado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), prestou apoio ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e investiga suspeitas de lavagem de dinheiro relacionadas ao setor de combustíveis.
Entre os alvos está o empresário Antônio Carlos Freixo Junior, conhecido como “Mineiro”, proprietário da Entre Investimentos. Ele firmou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República no âmbito das investigações relacionadas ao Banco Master.
Em Santa Catarina, houve cumprimento de mandado de busca e apreensão. A investigação também tem como alvo Humberto Arthur Tupinambá Neto, diretor do Banco Genial, além de outros empresários ligados ao mercado financeiro.
Segundo a Receita Federal, a apuração busca identificar estruturas utilizadas para ocultar patrimônio e dissimular a origem de recursos empregados na aquisição de uma grande distribuidora de combustíveis. A investigação aponta a utilização de empresas, fundos de investimento e outras estruturas financeiras para dificultar a identificação dos responsáveis pelos recursos.
A operação é conduzida pela Receita Federal e pelo Gaeco do Ministério Público de São Paulo, com participação de órgãos estaduais e apoio das forças de segurança dos estados envolvidos.
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