Uma eleição não se decide apenas no confronto de propostas. Decide-se também na relação que o candidato estabelece com o eleitor. Antes de examinar um programa, o eleitor se pergunta: ele entende minha vida? Parece uma pessoa em quem posso confiar? Desperta vontade de aproximação ou de afastamento? Nesse campo, empatia, simpatia e rejeição funcionam como três alavancas da imagem política. Duas podem abrir portas; a terceira pode fechá-las.